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Jul 21, 2014 / 83,577 notes
Jun 18, 2014 / 4,660 notes

(via o-u-t-o-n-o)

Jun 4, 2014 / 386,935 notes

(via fotoficar)

Jun 4, 2014 / 497,184 notes

(via fotoficar)

Jun 4, 2014 / 209,061 notes

(via fotoficar)

Eu não quero falar sobre amor e nem sobre os sonhos que tive na última madrugada. Quero só aquele abraço, pra engolir o medo que eu sinto, de você um dia não voltar pra casa. Só por hoje, eu quero guardar o drama e não brigar por aquelas bobagens que você diz. Me deixa consumir teu riso e me afogar no teu beijo e absorver os desamores que você escondeu no bolso. Eu estou aqui pros casos e descasos dessa vida, pra acolher os erros e acertos de todo esse ano que se passou, que a gente jurou não se querer. Abro sorrisos pro tempo que passou e deixo lágrimas caírem sobre aquelas velhas palavras, que inventei pra te ver chegar. Somos tão nossos, tão certos do amor que carregamos no peito, que por mais que os desencontros sejam inúmeros, sabemos a quem o nosso abraço pertence toda as vezes que o dia termina.
Jun 3, 2014
Olho pra um mundo distorcido, infiel, com futilidades insistentes e desamores constantes. Crio novos conceitos, pra uma gente preconceituosa de coração e então me esqueço de quem eu sou. Se sou amor, assusto, se sou horror é um absurdo. Eu nunca sei a hora certa de abrir o leque e distribuir a intensidade que eu guardo pro mundo, essa luz que eu carrego comigo, que mais parece um farol invadindo tudo. Ser exatamente o tipo de pessoa que você precisa ser, quando ninguém ao redor sabe o tipo de pessoa que você é. No final das contas, falar de amor não muda nada, mas ser amor, talvez mude tudo.
Jun 3, 2014
Jun 3, 2014 / 4,096 notes
Jun 3, 2014 / 2,188 notes

(via realizes)

De repente minhas teorias sobre a solidão vão pelo ralo, meu coração quase que de gelo, derrete inteiro, só porque quando você solta uma gargalhada o mundo todo parece uma bola de fogo e o que me resta é a vontade de morar dentro desse calor. Abraço o universo em um só corpo, em braços largos e em uma bagunça peculiar, que fode sem medo toda a minha estrutura emocional. Eu deixo! E é esse o meu precipício, o meu vício, a minha excitação em escrever todos os dias, sobre você. Talvez ninguém entenda os motivos que me levam a dançar com palavras, mas na minha melodia predileta você sussurra aos meus ouvidos ‘eu volto, morena’ toda as vezes que insiste em ir embora. Por que ele ria? Quando ele ria, eu tinha certeza que eu vivia exatamente no lugar que eu devia estar. Não existiam altos e baixos, brigas, falta de assunto, nada importava quando ele deixava a mostra os dentes meio amarelos por causa dos cigarros. Alguém me diz como sobreviver sem alguém que ri desse jeito? Se o mundo inteiro sorrisse como ele, já podiam cancelar todas as guerras, corrupções, brigas de bar e falta de amor. Todos teriam o mesmo brilho que eu tenho, quando o vejo chegar. Ele disse que o mundo era meu, eu sorri, totalmente sem jeito, jogando desleixadamente as minhas pernas em cima das dele. Talvez eu pudesse morar ali e observar cotidianamente o meu conjunto preferido de verbalizações, enquanto ele abria e fechava a boca sagazmente entendido de todos os assuntos. Mas, eu só conseguia exibir os dentes, em uma curva côncava e desajeitada. Fico pensando se o mundo gira sempre assim por onde ele anda, nessa órbita exorbitante e abraçável, de quem carrega uma percepção de mundo numa suavidade voraz e intensa. Eu giraria junto com ele, compasso por descompasso, e faria canções de bossa, todas às vezes que ele perdesse a vontade de sorrir.
Jun 3, 2014 / 1 note

De repente minhas teorias sobre a solidão vão pelo ralo, meu coração quase que de gelo, derrete inteiro, só porque quando você solta uma gargalhada o mundo todo parece uma bola de fogo e o que me resta é a vontade de morar dentro desse calor. Abraço o universo em um só corpo, em braços largos e em uma bagunça peculiar, que fode sem medo toda a minha estrutura emocional. Eu deixo! E é esse o meu precipício, o meu vício, a minha excitação em escrever todos os dias, sobre você. Talvez ninguém entenda os motivos que me levam a dançar com palavras, mas na minha melodia predileta você sussurra aos meus ouvidos ‘eu volto, morena’ toda as vezes que insiste em ir embora. Por que ele ria? Quando ele ria, eu tinha certeza que eu vivia exatamente no lugar que eu devia estar. Não existiam altos e baixos, brigas, falta de assunto, nada importava quando ele deixava a mostra os dentes meio amarelos por causa dos cigarros. Alguém me diz como sobreviver sem alguém que ri desse jeito? Se o mundo inteiro sorrisse como ele, já podiam cancelar todas as guerras, corrupções, brigas de bar e falta de amor. Todos teriam o mesmo brilho que eu tenho, quando o vejo chegar. Ele disse que o mundo era meu, eu sorri, totalmente sem jeito, jogando desleixadamente as minhas pernas em cima das dele. Talvez eu pudesse morar ali e observar cotidianamente o meu conjunto preferido de verbalizações, enquanto ele abria e fechava a boca sagazmente entendido de todos os assuntos. Mas, eu só conseguia exibir os dentes, em uma curva côncava e desajeitada. Fico pensando se o mundo gira sempre assim por onde ele anda, nessa órbita exorbitante e abraçável, de quem carrega uma percepção de mundo numa suavidade voraz e intensa. Eu giraria junto com ele, compasso por descompasso, e faria canções de bossa, todas às vezes que ele perdesse a vontade de sorrir.

Quase todos os dias, eu me sinto uma bomba, pronta pra explodir e estilhaçar os vidros ao redor e ferir qualquer massa popular que esteja notoriamente perto, mais perto do que o permitido, mais perto do que o meu misto de sarcasmo e desespero podem suportar. Em todo canto tem medo, em todo canto tem pranto e se o canto não é música, então ele é a reunião de duas paredes, quase ignoradas pela casa, que abrigam uma vitrola, que só vira música quando você chega. Se espalha, me desarma, corta os fios e essa improdutiva falta de sentimento que come o meu coração todos os dias. Me abriga num abraço, dorme nos meus braços e transforma em amor, todo esse dom que eu tenho pro estrago. (-nb-)
Jun 3, 2014
Jun 3, 2014

melhor musica da minha vida!

Jun 3, 2014
Eu abracei a solidão hoje, moço, comprei livros novos, me doaram livros velhos e nessa tarde, pensei em fitas cassete. Tenho a ligeira impressão de que eu nunca vou deixa de ser antiquada. O novo não me assusta, mas o velho me fascina, me intriga, me enche de curiosidade e brilho nos olhos. Talvez seja esse o motivo, pelo qual não deixo a casa. Eu vejo em você, a luminosidade mais expressiva, que as minhas pupilas já tiveram. Eu tenho em você, o doce e o amargo, travando uma briga infindável, pra ver qual dos dois come o meu coração primeiro. Eu não te reconheço mais, moço, eu não me reconheço mais. Me olho no espelho e vejo olheiras fundas e escurecidas, tão perdidas quanto o meu abraço, no vazio da sala. Ontem eu quis sair por ai e te procurar, ou abandonar a casa, ou até mesmo trancar tudo e me afundar nesse vácuo que é a vida sem você. Contudo, o dia hoje acordou sereno, com um sol tranquilo e aconchegante, me exigindo recomeços. Abri as portas e janelas, deixei a brisa leve que corria, me preencher e me encher daquelas vontades e incertezas da vida lá fora. Eu não te espero mais chegar, moço, mas tenho certeza sobre a sua volta.
Jun 3, 2014
Jun 3, 2014 / 643 notes

(via realizes)